Produtor de Cachaça - Princesa Isabel - Mapa da Cachaça
Verallia

Princesa Isabel

Linhares - ES

https://www.cachacaprincesaisabel.com.br/inicio

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Princesa Isabel

CNPJ: 10.986.153/0001-03

INS. ESTADUAL: 082.655.49-9

PROPRIEDADE:

PRODUÇÃO ANUAL: 20 mil litros

vendas@cachacaprincesaisabel.com.br

+55 27 99663 0102 +55 27 3019 4588

Est. Bebedouro x Baunilha, km 26 - Distrito do Desengano Linhares - Espirito Santo

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Prêmios recebidos

ExpoCachaça

2017 – Medalha de Prata no Concurso ExpoCachaça

Internacional Wine & Spirit Competition

2017 – Medalha de Prata no Concurso Internacional Wine & Spirit Competition

III Ranking da Cúpula da Cachaça

2018 – 20ª Colocada no III Ranking da Cúpula da Cachaça

Descrição

Na foz do rio Doce, a apenas 40 km do litoral e cercada pela Serra do Mar, em Linhares, no Espírito Santo, está a fazenda Tupã, onde é destilada a Princesa Isabel. Os cachaceiros, Adão Cellia e Maria Isabel de Moraes, são os responsáveis pela produção de 20 mil litros por safra dessa cachaça capixaba. No canavial são plantadas as variedades de cana RB7515, RB5453 e também um pequeno lote de Cana Caiana (que resultou em uma produção reduzida de 2 mil garrafas /ano).

Cachaça Princesa Isabel - Linhares - Espirito Santo

A colheita manual é feita como mandam os melhores guias de produção: sem queima e com a extração do caldo em no máximo doze horas. Na fermentação utilizam leveduras comerciais selecionadas. Após a destilação, a cachaça passa por dornas de jequitibá-rosa, carvalho americano, carvalho europeu, bálsamo e jaqueira.

Com a consultoria do químico e mestre de adega Leandro Marelli, a cachaça se destaca com promissores blends de jaqueira, madeira pouco comum no mercado. Com o apoio de seus filhos, Pedro e Gabriela, Adão e Maria Isabel colocam essa jovem marca entre as mais inovadoras e premiadas do mercado.

Cachaça – paixão da família Cellia

A cachaça Princesa Isabel é resultado de uma paixão que cresceu na infância do médico anestesista Adão Cellia, idealizador da marca. De acordo com Cellia, ele cresceu em uma família descendente de italianos na cidade de Nova Venécia, no interior do Espírito Santo, e era muito comum ver os tios trabalhando em pequenas produções de cachaça artesanal.

Cresceu sendo muito ligado aos estudos e já bem jovem mudou para a capital, Vitória, para estudar no colégio e fazer um bico no atendimento de uma farmácia. Foi neste primeiro emprego que se viu fascinado com as receitas e aquele clima e resolveu prestar medicina.

Já formado e especializado como médico anestesista, Adão contribuiu muito para a construção de hospitais em Vitória e para o sistema de saúde da capital capixaba. De uma oportunidade de negócios, surgiu a chance da compra da Fazenda Tupã, na cidade de Linhares, uma propriedade que fica às margens do Rio Doce. Com uma cultura cacaueira muito forte, Adão pensou que seria uma boa oportunidade de iniciar uma produção de cachaça ali, naquela bela paisagem da Fazenda Tupã.

Adão e a esposa, Isabel, rodaram o Brasil inteiro em busca de conhecimento sobre cultivo de cana-de-açúcar e destilação para cachaça. Mapearam os principais alambiques do país e lá foram entender tudo para que a Princesa Isabel nascesse como uma cachaça ímpar, de qualidade inquestionável. O nome da marca, inclusive, é uma homenagem à dona Isabel – matriarca da família Cellia.

Essas pesquisas, a construção e consolidação da Princesa Isabel no mercado envolveu não só Adão e Isabel, mas também os três filhos (também todos médicos). Maria Clara e Gabriela se dividem entre os estudos, a execução da carreira e também ajudam nos afazeres do alambique. Gabriela, inclusive, é uma das responsáveis pelo marketing e comunicação visual da marca.

Pedro Cellia da cachaça Princesa Isabel

O filho, Pedro Cellia, é cardiologista e um dos grandes entusiastas quando o assunto é pesquisar tudo que possa envolver cachaça e novas tecnologias. Pedro também ajuda na curadoria das cachaças, viaja para estudar sobre outros destilados e faz a ponte entre a Princesa Isabel e novos consumidores.

Além de contribuir com a marca, Pedro também encabeça uma pesquisa que está em andamento que estuda os benefícios da cachaça para o coração.

Preocupação com a natureza no alambique da cachaça Princesa Isabel

Preocupados em sempre preservar o habitat que envolve a Fazenda Tupã e região, tanto o rio, quantos os pássaros, plantas e animais que vivem ali, a produção da Princesa Isabel tem apego à valorização da terra. O bagaço da cana vira compostagem e volta para adubar o canavial, assim como o esterco do gado da fazenda. Essa prática de reaproveitamento inclusive gerou a Princesa Isabel Jaqueira, que é o resultado do trabalho de aproveitar uma jaqueira que caiu com uma enchente e foi reaproveitada para virar dorna de envelhecer cachaça.

Em julho de 2019, a empresa implementou um sistema de placas solares para dar autonomia energética tanto para o alambique e famílias da região, quanto para contribuir com a energia em Vitória.

placas solares na fazenda Tupã da Cachaça Princesa Isabel

A pulverização do canavial também é feito com essência de laranja, para repelir pragas. De acordo com Adão Cellia: “uma boa cachaça também precisa de uma boa cana”.

Esse respeito com a natureza também é refletido na identidade visual da Princesa Isabel – a maior parte dos rótulos traz em arte aquarela a figura de algum pássaro que está no habitat da fazenda.

 

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