As marcas de cachaça estão investindo pesado em associar sua imagem à grandes ícones da cultura pop mundial. Alguns meses atrás, a 51, marca de cachaça industrial de São Paulo, realizou uma campanha de product placement num dos seriados mais assistidos do mundo, o The Big Bang Teory. Agora, é a vez da Ypióca, marca cearense, fazer jus ao potencial da cachaça no mercado internacional e trazer o astro John Travolta para participar de uma campanha chamada: Vamos Brasilizar!

A cachaça Ypióca foi comprada no ano passado pela fabricante de bebidas Diageo por R$ 900 milhões. No portfólio da Diageo estão marcas como Johnnie Walker, Smirnoff, Baileys e uma enorme experiência em marketing e distribuição. Para quem estava na dúvida se a empresa britânica iria investir em promover a cachaça no Brasil e no exterior, a vinda do astro de Pulp Fiction e Embalos de Sábado à Noite ao Rio de Janeiro para gravar um comercial de TV já nos dá a impressão que o compromisso em divulgar o destilado brasileiro está sendo levado muito a serio.

John Travolta garoto propaganda da cachaça Ypióca

John Travolta será o segundo ator de Hollywood que aparece no intervalo de menos de 2 meses tomando cachaça. Recentemente, Arnold Schwarznegger, o eterno Exterminador do Futuro, recebeu em mãos a cachaça Weber Haus Extra Premium.

Uma tendência na publicidade de diversas marcas de cachaça é explorar o fator: made in Brazil. Beber cachaça é levar o reconhecido jeitinho brasileiro, da praia, da muleta, do samba para os quadris duros dos gringos acostumados com o Scotch Whisky. Agora, o foco não é apenas o mercado mundial, considerando que o brasileiro precisa do estrangeiro para validar qualquer coisa nossa como positiva, de qualidade, que mereça apreciação. Depois do John Travolta dançar nas praia cariocas, muita gente por aqui vai começar a achar cachaça legal. É o estrangeiro nos falando: Brasilizar é tendência! Vamos Brasilizar!

É… a cachaça tem tudo para embalar muita festa boa, seja no Brasil, Hollywood ou em qualquer lugar do mundo. Vamos aproveitar esse momento para elevar nossa moral e valorizar a cachaça.

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  • Khalil Tocci
    julho 17, 2013 at 7:47 am

    Torço para que essa exposição da aguardente de cana industrializada não seja nociva para a boa cachaça e a cultura brasileira.

    O incauto consumidor de uma aguardente industrializada vira testemunha dos horrores de se consumir um álcool mal feito e de péssima qualidade; optando por troca-la por vodca na sua caipirinha. Não há como conhecer a boa cachaça bebendo essas porcarias feitas em alambiques contínuos, onde os venenos do processo são aproveitados e servidos aos consumidores, ainda.

    Me preocupa que os setores envolvidos com o destilado brasileiro tenham optado por divulgar essa porcaria etílica, acreditando, ainda que num primeiro passo, como sendo um bem para o setor.

    Lembrando oportunamente dos atuais momentos, “NÃO É SÓ PELOS 20 CENTAVOS !”

    Fiquem com Deus.
    Khalil Tocci

    • Mapa da Cachaça
      julho 22, 2013 at 4:24 pm

      Khalil, acreditamos que esse movimento pode ser bom para a cachaça em geral. É o momento dos pequenos produtores entenderem que essa superexposição da cachaça no Brasil e no mundo pode ser muito positiva para todos. O produtor em si é esperto e sabe que existem diferenças. E projetos como o Mapa da Cachaça, especialistas e amantes de cachaça estão aí para explicar mais sobre esse rico tema. grande abraço

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