Aguardente Rainha Paraibana - Mapa da Cachaça
Verallia

Rainha Paraibana

M Bezerra Cavalcanti & Cia - PB

Bananeiras

A aguardente Rainha Paraibana começou a ser produzida em 1877 por Deocleciano Bezerra no Engenho Goiamunduba, numa região de solo fértil bom para a plantação da cana-de-açúcar e de clima ameno propício para a fermentação da aguardente artesanal. Desde sua inauguração, o engenho é exclusivo para a produção de destilado, enquanto outros produtores locais se dedicavam também ao preparo da rapadura. Com Adriano Bezerra na administração, a quarta geração da família continua a tradição de produzir utilizando leveduras selvagens que fermentam o mosto em dornas de madeira. A destilação é feita em alambiques de cobre de fogo indireto.

Um detalhe importante, segundo a legislação a Rainha não pode ser chamada de cachaça, mas de aguardente de cana, porque tem graduação acima de 48%, preferência dos consumidores locais desse clássico paraibano. Depois de destilada, a aguardente é armazenada em dornas de freijó de 20 mil litros revestido de parafina por no mínimo 6 meses.

Preço médio R$ 39

  • Teor Alcoólico 50%

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  • Destilação Alambique de Cobre

  • Status no Mercado Ativa

  • Estandardizada Não

  • Levedura Selvagem

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  • Escola Fermento Caipira

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  • Orgânica?

  • Madeira e tempo Freijó / 6

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Seleção de Cachaças

Avaliações Sensoriais ?

LOTE: 00075

Lágrimas moderadas e rosário lento; incolor; percepção alcoólica de médio a forte no nariz; fechada com destaque para aromas vegetais de cana e leve defumado; acidez média e álcool muito presente na boca; amanteigada; é chamada de cachaça “esquenta peito”, embora não queime; sensação de amadeirado muito sutil no final de boca.

Ideal para: caipirinhas e batidas com frutas cítricas; a diluição com gelo e suco a favorece, abrindo seus aromas e amenizando a potência alcoólica.

Felipe Jannuzzi

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